Círculo Dourado: uma viagem pela Islândia

Entre a Europa e a Groelândia, a Islândia pode ser o menor país do mundo, mas é gigante nas atrações e belezas naturais. Terra dos vikings e da Björk, há muito a ver e fazer na Islândia além do frio e vulcões. No meio do Oceano Atlântico, no topo do mapa-mundi, a segunda maior ilha europeia é dona de paisagens únicas, próprias de um destino diferente de qualquer outro lugar no mundo. País independente desde a Segunda Guerra Mundial, antes era parte da Dinamarca, a Islândia abriga vulcões, lagos, geleiras, piscinas geotérmicas, gêiseres e cascatas. Um destino perfeito para quem aprecia atividades ao ar livre, incluindo a agitada vida noturna da capital Reykjavík (Reiquiavique).

Conheça as atrações imperdíveis do Golden Circle (Círculo Dourado) principal circuito turístico da Islândia. Com abrangência de cerca de 300 quilômetros de extensão, a rota pode ser feita em um dia e começa e termina em Reykjavík, englobando as atrações mais emblemáticas do país.

Parque Nacional Thingvellir

A cerca de 45 quilômetros de Reykjavík, o parque é um dos locais históricos mais importantes da Islândia. Localizado no Círculo Dourado, região mais visitada do país, o parque concentra duas características fundamentais para a Islândia: significado histórico e relevância geológica. Além de contar com paisagens magníficas, geologicamente, o parque está situado entre o continente americano e europeu. Para ser mais exato, o Vale de Thingvellir, coração do parque, está situado entre duas placas tectônicas cuja separação e todo o magma dos vulcões, expelido durante milhares de anos, originou o atual território islandês.

Rodeada por montanhas com mais de 1.000 metros de altura, a região do Parque Nacional de Thingvellir abrigou o primeiro Parlamento da Islândia, em 930 d.C. O marco está datado no Landnámabók, livro que conta os primeiros anos de colonização local. Lá o parlamento permaneceu até 1798, quando foi transferido para a capital. A importância histórica do lugar é tamanha, que o parque foi o local escolhido para o anúncio da independência da Islândia, em 1944.

Geysir e Strokkur

O vale geotermal de Haukadalur é conhecido pela intensa atividade geotérmica, a cerca de 60 quilômetros do Parque Nacional Thingvellir. O local é casa do Geysir, o gêiser que deu nome à toda categoria de “poças explosivas com água fervente”. Classificada como a primeira área geotermal mencionada por escrito – datada de 1294 – Haukadalur conta com mais um gêiser, além do Geysir, ambos registrados como os maiores da região.

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O Strokkur (termo em islandês que significa “fazer espuma”) está próximo ao Rio Hvítá e, a cada 8 ou 15 minutos, jorra uma coluna de água fervente que pode atingir até 40 metros de altura! O Strokkul é um dos poucos gêiseres naturais ativos, com erupções frequentes. O Geysir está inativo há muito tempo, acordando só em ocasiões de movimentação tectônica.

Cachoeira Gullfoss

Conhecida como Cachoeira Dourada, a Gullfoss é a última parada oficial do Círculo Dourado. O nome Gullfoss (cachoeira de ouro) faz referência à cor da água em dias de sol, com aspecto dourado cintilante. A cerca de 10 quilômetros de Haukadalur, a cachoeira não é a maior o país, mas é, sem dúvida, a mais bonita. Com 32 metros de altura, ela ganha de todas as cascatas da Islândia no quesito volume de água. A água glacial que corre pela cascata carrega sedimentos glaciais, o que influencia no tom dourado das águas.

islandia_cachoeria_gulfoss  cachoeira que hoje atrai turistas do mundo inteiro já esteve perto de ser totalmente modificada. A história conta que um grupo britânico planejou construir uma hidrelétrica no local, mas Sigríður Tómasdóttir, filha do fazendeiro proprietário das terras, lutou contra a interferência na região e conseguiu que os empresários desistissem do projeto. A área continua preservada e é um dos pontos mais visitados do país. No local também há uma loja de roupas, lanches e souvenirs.

Bônus – Kerið

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A cratera Kerið tem origem vulcânica (como muitas da região) e forma um lago de águas que variam entre tons de azul e esmeralda.  A águas ficam ainda mais bonitas devido à coloração avermelhada da cratera, formada há cerca de 6.500 anos. Com aproximadamente 55 metros de profundidade, há uma trilha que leva até sua base, sendo possível apreciar de perto o cenário espetacular!

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