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lagoa azul na islândia

A Lagoa Azul na Islândia permite com que turistas tomem banho em um spa em meio à natureza: é situada em um campo de lava com águas a 37º C e que muitos acreditam ter efeitos medicinais e anti-idade!

Já imaginou passar as férias em um lugar remoto, bem próximo ao polo norte? Uma ilha conquistada por vikings, originada do resto de lavas de vulcão, em meio do Oceano Atlântico: essa é a Lagoa Azul na Islândia. Viajar até esse pedacinho do paraíso parece ser impossível, mas não é. A Islândia tem cenários surpreendentemente belos e, quem se aventura na estrada em um roteiro pela ilha, se depara com paisagens completamente diferentes a cada quilômetro.

Embarque na Lagoa Azul na Islândia

O seu próximo destino pode ser um lugar que surgiu a muitos quilômetros de profundidade, em um túnel cavado em meio à rocha. A Lagoa Azul fica na cidade de Grindavík, a apenas 39 km da capital da Islândia, cerca de 45 minutos.

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Com águas que chegam a 37º C, o local fascina turistas pela crença de rejuvenescimento

Como acessar as águas incrivelmente quentes da Lagoa Azul?!

Para conhecer a Lagoa Azul, é preciso comprar ingresso, que custa em torno de £79 a £418 (libras). Antes de entrar no lago, a parada para o vestiário é obrigatória. Para quem quer apreciar um pouquinho dos seis milhões de litros de água do mar geotermal, com temperaturas entre 37°C e 40°C, as regras de higiene são severas. Antes de entrar, o viajante deve um tomar banho seguindo um mapa que mostra todas as regiões do corpo que devem ser rigorosamente limpas.

O turista chega a enfrentar uma temperatura externa de 2º C para conhecer a famosa “Fonte da Juventude”. Mas vale a pena: as águas da Lagoa Azul na Islândia transformam a experiência em uma memória inesquecível. Dizem que a água é mágica e pessoas do mundo todo disputam um mergulho nela. A fama se deve aos sais minerais que compõem a água, que mencionam trazer efeitos medicinais e de rejuvenescimento.

Os segredos e curiosidades da Lagoa Azul na Islândia

Engana-se quem acha que a lagoa é natural. O cenário que parece de outro planeta é obra do homem. Toda a água é resíduo de uma usina geotérmica. Uma pequena parte da energia que chega às casas islandesas é gerada de usinas como essa. O calor da terra aquece a água que vira vapor e move as turbinas para produzirem a energia. O que sobra da água quente vai direto para as torneiras da cidade e o que não vai, forma a lagoa que virou a maior atração turística da Islândia.

Mas quer saber o segredo desse encanto?

A sílica, principal componente da água geotermal, é muito boa para a pele. Ela promove uma limpeza profunda, estica e fortalece. Além disso, é excelente para quem tem uma doença de pele chamada psoríase. Dizem que se o turista deixá-la de 5 a 10 minutos na pele, consegue tirar as toxinas dos poros. Com certeza, é uma experiência incrível para qualquer um.

Outro detalhe que faz toda a diferença é a lama esbranquiçada da sílica, responsável pela cor da lagoa. O composto vem das profundezas da terra junto com a água, que deve ser trocada a cada dois dias.

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Conto de fadas? Nada disso: a Lagoa Azul é real e encanta por sua beleza

Onde ficar, o que comer e quando ir à “Blue Lagoon”

À beira da Lagoa Azul, em Grindavík, está um dos hotéis mais disputados do país, o The Blue Lagoon. O lugar ganhou vários prêmios de design e oferece sua própria lagoa de banho privada, disponível para os hóspedes todos os dias. Parece ser o cenário perfeito, não? Todos os quartos oferecem instalações privadas e uma varanda, com vistas deslumbrantes para os campos de lavas.

Além do relaxamento oferecido nos spas e banhos de vapor geotermais, também é possível pagar por massagens e tratamentos à base de algas, sílica e compostos minerais. Os hotéis e resorts possuem bares e restaurantes com a gastronomia mais sofisticada e apreciada da Islândia.

A culinária islandesa é à base de peixe, carne de carneiro e produtos lácteos. Um dos pratos principais do país é o Thorramatur, feito de vários ingredientes. Outra comida tradicional é o pão-de-trovão, cozido dentro das fontes termais.

Mesmo nos meses mais frios do ano, apesar das altas latitudes, os viajantes não sofrerão tanto com o clima na Islândia. Não é de se esperar dias ensolarados, pois o tempo tende a mudar constantemente devido aos ventos. Por outro lado, o verão tem temperaturas cerca de 15º C e, para os brasileiros, é a melhor época para visitar o país. Para quem gosta, consegue pegar neve no início de dezembro.

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