Viver no Alasca: veja como é possível morar neste paraíso

Viver no Alasca

Viver no Alasca propõe uma mistura de cenários fabulosos (até com aurora boreal) e cuidados: nós te revelamos como é!

Um cenário exuberante repleto de montanhas cobertas de neve eterna. Florestas charmosas que parecem saídas de contos de fadas. Geleiras enormes com um tom de azul profundo e lagos, riachos, cachoeiras e rios inúmeros. Assim é a imagem construída sobre viver no Alasca.

Permeado de uma natureza singular, com animais como o urso-negro e a águia-americana, viver no Alasca é como morar em um documentário sobre a vida selvagem. É uma experiência única, que apenas cerca de 750 mil pessoas vivenciam diariamente.

O Alasca se estende por um território de quase 2 milhões de km² e é o maior estado dos EUA. Mesmo assim, sua população total equivale à da cidade de Santo André, na região metropolitana de São Paulo, que possui cerca de 705 mil habitantes.

Escrevemos este texto para ajudá-lo a descobrir mais sobre a experiência de viver no Alasca, este verdadeiro paraíso na Terra. Confira!

Viver no Alasca

Viver no Alasca propõe uma mistura de cenários fabulosos

1. Comprado pelos Estados Unidos

Em 1867, o território hoje conhecido como Alasca foi adquirido pelos Estados Unidos. Originalmente ele pertencia à Rússia.

O Secretário de Estado da época, William H. Seward, realizou as negociações. Hoje seu nome batiza a cidade de Seward, a mais de mil quilômetros da capital do estado, Juneau.

A região foi largamente colonizada entre 1890 e 1900, quando notícias sobre as abundantes minas de ouro da região se espalharam pelo público americano. Assim, se iniciou uma “gold rush”, a corrida do ouro. Boa parte das pessoas que vivem no Alasca hoje descende desses mineradores, de russos e de índios nativos-americanos, que ainda celebram suas tradições.

2. Aprecie a aurora boreal

Muita gente acha que é preciso fazer longas viagens pela Islândia ou pela Noruega para experienciar o fenômeno da aurora boreal. Só que também é possível visualizá-la do Alasca.

No Alasca, prefira viajar entre os meses de Setembro e Março e aproveite os céus límpidos da primavera para ver esse fenômeno de luzes. Quanto mais ao Norte for sua cidade escolhida, maiores as chances de observar a aurora boreal. A cidade de Fairbanks, por exemplo, é um grande ponto turístico para vê-las.

Ver a aurora boreal ocasionalmente é só mais um dos grandes privilégios de viver no Alasca.

Viver no Alasca

A Aurora Boreal no Alasca é um espetáculo de luzes que dançam no céu

3. Você é pago para viver no Alasca

Depois da “gold rush”, descobriu-se que o Alasca também possui inúmeras reservas de petróleo. Para aproveitar o lucro do óleo e fazer com que o dinheiro rendesse a todos os moradores, o governo local criou o Fundo Permanente.

Dessa forma, viver no Alasca pode render uma boa quantia para os moradores locais. Em 2015, por exemplo, toda a população ganhou US$ 2.072 por meio do Fundo Permanente.

4. Invernos congelantes

Os invernos (e até o verão, para padrões brasileiros) são super gelados no Alasca. Quem vive no Alasca nos conta que, durante a estação mais fria do ano, é possível jogar água fervente no ar e vê-la se transformar instantaneamente em gelo.

Mesmo assim é possível se acostumar rapidamente com o frio. Além disso, todos as casas, estabelecimentos, escritórios e restaurantes são equipados com aquecedores e com tecnologia de isolamento térmico.

Viver no Alasca também é saber usar as roupas que melhor isolam a temperatura, para ficar sempre quentinho e agasalhado.

5. Falta de exposição solar

No inverno, o sol raramente surge no horizonte do Alasca. Dependendo da região e por conta da inclinação do planeta, o sol não aparece e isso faz com que os moradores tenham que tomar algumas precauções.

Se você quer viver no Alasca durante o inverno, é preciso tomar alguns suplementos vitamínicos como Vitamina D e ter cuidado com a “Seasonal Affective Disorder”, a SAD (transtorno causado pela estação, em tradução livre).

Essa doença afeta o humor e, mesmo pessoas que normalmente possuem uma boa saúde mental, apresentam sintomas da SAD, como dormir por muitas horas, dificuldade de concentração, falta de energia e agitação.

Para tratar a SAD, os moradores locais fazem uso de terapias que envolvem a exposição a luzes fortes.

6. Muita exposição ao sol

Pode parecer contraditório, mas, durante o verão, os moradores do Alasca vivem a situação oposta. Também por causa da inclinação do planeta Terra, o sol nunca se põe em algumas cidades ao norte do estado, como Anchorage, por exemplo.

O famoso “Midnight Sun” faz com que a estrela fique visível durante toda a noite ou com que o sol se ponha por apenas 2 ou 3 horas por dia.

Por conta disso, crianças e moradores locais podem sofrer de insônia e optam pela compra de cortinas que bloqueiam a luz do sol. Além disso, também tomam um suplemento de melatonina, o hormônio do sono, que ajuda a regular o relógio biológico.

7. É realmente isolado

Se você quer viver no Alasca, precisa estar preparado para ficar sempre em uma mesma região. Juneau é a única capital dentre os estados dos EUA que não é ligada ao resto do país por meio de rodovias.

A falta de estradas que ligam as cidades é comum por todo o Alasca e é necessário pegar aviões e barcos para se locomover.

Viver no Alasca

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